Geir Haarde, ex-primeiro ministro da Islândia foi considerado culpado de uma das quatro acusações de negligência face a crise financeira de 2008.
O tribunal especial de Landsdomur considerou que Geir Haarde falhou ao não informar os ministros do seu governo sobre acrise que se avizinhava.
Apesar de não cumprir qualquer pena, o ex-primeiro ministro da Islândia foi considerado culpado de uma das quatro acusações de negligência face à crise financeira que assolou o pais e que levou os bancos a entrarem em ruptura.
Haarde abandonou o poder em 2009. Com 61 anos, acredita-se que foi o primeiro líder de um país a ser julgado criminalmente por uma crise financeira, refere a BBC News.
Enquanto alguns islandeses consideram que o ex-primeiro ministro foi um bode expiatório, outros defendem que é essencial apurar responsabilidades.
Apesar da economia islandesa estar a recuperar da crise e ter cumprido com sucesso o programa de austeridade imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), os cidadãos continuam muito desconfiados das instituições governamentais.
Segundo a Reuters, as sondagens mostram que o parlamento atual tem o apoio de apenas 10 por cento das pessoas.
“As pessoas estão revoltadas e é claro que muitas famílias se encontram em dificuldades financeiras”, explicou Einar Mar Thordarson, professor de ciência política na Universidade da Islândia, justificando a falta de confiança generalizada. in sapo
Por aqui são eleitos Presidente da República, vão estudar para o estrangeiro, ou nomeados para altos cargos internacionais (como pro exemplo nomeado vice-presidente do Banco Central Europeu, num mandato que durará oito anos e onde é responsável pela supervisão bancária.
É o país que temos!
Apesar de não cumprir qualquer pena, o ex-primeiro ministro da Islândia foi considerado culpado de uma das quatro acusações de negligência face à crise financeira que assolou o pais e que levou os bancos a entrarem em ruptura.
Haarde abandonou o poder em 2009. Com 61 anos, acredita-se que foi o primeiro líder de um país a ser julgado criminalmente por uma crise financeira, refere a BBC News.
Enquanto alguns islandeses consideram que o ex-primeiro ministro foi um bode expiatório, outros defendem que é essencial apurar responsabilidades.
Apesar da economia islandesa estar a recuperar da crise e ter cumprido com sucesso o programa de austeridade imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), os cidadãos continuam muito desconfiados das instituições governamentais.
Segundo a Reuters, as sondagens mostram que o parlamento atual tem o apoio de apenas 10 por cento das pessoas.
“As pessoas estão revoltadas e é claro que muitas famílias se encontram em dificuldades financeiras”, explicou Einar Mar Thordarson, professor de ciência política na Universidade da Islândia, justificando a falta de confiança generalizada. in sapo
Por aqui são eleitos Presidente da República, vão estudar para o estrangeiro, ou nomeados para altos cargos internacionais (como pro exemplo nomeado vice-presidente do Banco Central Europeu, num mandato que durará oito anos e onde é responsável pela supervisão bancária.
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