quinta-feira, 19 de março de 2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
Fiscalidade verde
Sempre considerei que se usava e abusava dos sacos de plástico. Sempre me agradou a ideia de minimizar a utilização dos ditos no dia a dia e que sempre fui praticando.
Mas como em tudo, neste País (à beira mar plantado) não se conhece a expressão "meio termos" e passamos logo ao exagero.
O governo, sob a égide de uma alegada proteção do meio ambiente decidiu espoliar os cidadãos, arrecadar mais "uns cobres" e fazer um jeito à denominada grande distribuição, permitindo que os mesmos cobrem por um saco de plástico mais forte e livre de impostos o mesmo valor que pelos alegado poluentes.
Bem o valor pago pelos sacos "amigos do ambiente" reverte não para a alegada fiscalidade verde mas para a grande distribuição.
Quanto aos sacos do supermercado nada a acrescentar.
Agora o que me maça muito é a compra dos sacos para o lixo, que ficam mais ou menos ao mesmo preço - os mais baratos - e são maiores. Até aqui tudo bem.
O problema é que, em regra, eu não os encho num único dia sendo que ao fim de uns dias tem um cheiro insuportável.
O mesmo acontece com a reciclagem. O gasto em sacos para separar e transportar os lixo para reciclar é verdadeiramente grande
Concluindo, a fiscalidade verde levou a um aumento dos gastos com sacos de plástico.
Proteção do ambiente? Não me parece.
P:S.: A medida trouxe ainda um acréscimo de maleitas das costas. Isto de carregar as compras em sacos maiores e pesados -Não é nada amiga da saúde.
Mas como em tudo, neste País (à beira mar plantado) não se conhece a expressão "meio termos" e passamos logo ao exagero.
O governo, sob a égide de uma alegada proteção do meio ambiente decidiu espoliar os cidadãos, arrecadar mais "uns cobres" e fazer um jeito à denominada grande distribuição, permitindo que os mesmos cobrem por um saco de plástico mais forte e livre de impostos o mesmo valor que pelos alegado poluentes.
Bem o valor pago pelos sacos "amigos do ambiente" reverte não para a alegada fiscalidade verde mas para a grande distribuição.
Quanto aos sacos do supermercado nada a acrescentar.
Agora o que me maça muito é a compra dos sacos para o lixo, que ficam mais ou menos ao mesmo preço - os mais baratos - e são maiores. Até aqui tudo bem.
O problema é que, em regra, eu não os encho num único dia sendo que ao fim de uns dias tem um cheiro insuportável.
O mesmo acontece com a reciclagem. O gasto em sacos para separar e transportar os lixo para reciclar é verdadeiramente grande
Concluindo, a fiscalidade verde levou a um aumento dos gastos com sacos de plástico.
Proteção do ambiente? Não me parece.
P:S.: A medida trouxe ainda um acréscimo de maleitas das costas. Isto de carregar as compras em sacos maiores e pesados -Não é nada amiga da saúde.
segunda-feira, 9 de março de 2015
Ainda é preciso o Dia Internacional da Mulher
Quando me deparo com pessoas que não percebem a razão para manter a celebração do Dia Internacional da Mulher fico tão consternada.
Olhando para os dados de diversas organizações internacionais (ONU, UNISEF e OMS, entre outras), julgo que não restam dúvidas quanto à necessidade de eleger um dia para chamar à atenção para os problemas das mulheres em todo o mundo.
Olhando para os dados de diversas organizações internacionais (ONU, UNISEF e OMS, entre outras), julgo que não restam dúvidas quanto à necessidade de eleger um dia para chamar à atenção para os problemas das mulheres em todo o mundo.
- 66% das horas de trabalho, em todo o mundo, são feitas por mulheres, que também produzem 50% dos bens alimentares; mas só 10% dos rendimentos globais estão em mãos femininas;
- Mais de 70% dos pobres de todo o mundo são mulheres e meninas;
- Na maioria dos países, as mulheres ganham apenas entre 60% e 75% do salário médio masculino. Em Portugal as mulheres ganham, em média, menos 13% que os homens, o maior aumento registado desta disparidade na UE entre 2008 e 2013 (antes, situava-se nos 3,8%);
- Dois terços dos iletrados em todo o mundo são mulheres. O aceso à educação primária é negado a 41 milhões de raparigas em todo o mundo;
- As mulheres representam apenas 19% dos membros dos Parlamentos mundiais;
- Entre 100 e 140 milhões de mulheres em todo o mundo foram submetidas a alguma forma de Mutilação Genital Feminina. Todos os anos, são mais 3 milhões de meninas e mulheres em risco, em todo o mundo. Esta prática deixa, anualmente, sequelas na saúde de 91,5 milhões de africanas;
- Uma em cada três mulheres já foram vítimas de algum tipo de violência (física, psicológica ou sexual) e 150 milhões de raparigas com menos de 18 anos já sofreram algum tipo de abuso de natureza sexual;
- Todos os anos entre 1.5 e 3 milhões de mulheres são mortas como resultado da violência de género e 38% dos assassínios de mulheres são cometidos pelo parceiro. Em Portugal, 40 mulheres foram assassinadas em 2014 (até 10 de dezembro), a grande maioria por maridos, companheiros ou ex-companheiros;
- Todos os anos, 15 milhões de raparigas em todo o mundo casam antes de fazerem 18 anos, segundo a organização 'Girls Not Brides' – e uma em cada nove, nos países em vias de desenvolvimento, estará casada antes de fazer 15 anos. As adolescentes que dão à luz antes dos 15 anos têm cinco vezes mais probabilidade de virem a morrer durante o parto do que quem é mãe depois dos 20 anos;
- Entre 700 mil e 4 milhões de mulheres são vítimas de tráfico humano com fins de prostituição;
- Mais de 60% dos infetados com o VIH, entre os 15 e os 24 anos, são mulheres;
- Diariamente, as mulheres dedicam entre 1 e 3 horas a mais às tarefas domésticas do que os homens, e entre duas e 10 vezes mais ao cuidados dos filhos, idosos e doentes. Na UE, 25% das mulheres dizem-se afastadas do mercado de trabalho por serem cuidadores da família e da casa, por oposição a 3% de homens.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Regresso ao passado - O festival da canção na RTP
Que momento de rara beleza. Na mudança de canais fui surpreendida com o final de uma pseudo meia final do festival da canção. Tratou- se qualquer coisa entre um "boneco" do Herman José e a demonstração de como a RTP 1 não é mais do que um canal sem identidade e sem rumo, atolada em interesses instalados. O problema é ser paga com o nosso dinheiro.
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Testei e recomendo. Melhora, grandemente, o aspeto das sobrancelhas.
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